sábado, 23 de outubro de 2010

"Tragicomédia"

Delicioso sentido de humor. Porventura apenas ébrio, mas ainda assim delicioso. Mea culpa? Todo o argumento proferido, cada palavra dita, cada lágrima derramada, mea culpa? Não, não, não. Não cairei mais em redes de mentiras que me colocam no centro de tragédias alheias e que com algum engodo me acusam de responsável.
Hilariante sentido de humor. Desprovido de lógica e razão, mas ainda assim hilariante. Mea culpa? Fui eu que fiz tudo aquilo de que fui acusado pelos que se consomem? “Não tentes argumentar que eu sei que tens razão”, pedido estranho e mesmo assim acedido. Mas talvez com alguma razão: há certos assuntos ilógicos e cuja argumentação não leva à sua realização. Talvez com o coração… Curioso, a lógica favorecia-lhes mais a situação.
Não fui eu, não sou eu, não serei eu.
Chega de usar a mesma desculpa para fugir às repercussões, às consequências, às responsabilidades, até, quem sabe, chegar finalmente ao fim. Essa constante, certamente falsa, e doentia obsessão impede-vos de viverem, progredirem. Lutem em vez de se esconderem em mentiras nas quais nem vós acreditais.

P.S. Peço desculpa aos leitores que nada têm a ver com a situação a que se deve esta publicação.
Aproveito também para anunciar, em resposta a alguns pedidos, que tentarei escrever eu próprio mais no blog. Alterarei um bocado o estilo para que o possa actualizar mais frequentemente, juntando crónicas e pensamentos em vez de textos e músicas (não querendo isto dizer que deixarei de os colocar aqui, de todo)

Sem comentários:

Enviar um comentário