sexta-feira, 29 de julho de 2011

Leitores, um pedido

Caros leitores,

Alguns de vós sabem que escrevi um conto. Coloquei um excerto dele a concurso num website ontem e gostava de vos pedir que votassem nele. Ganhar está bastante longe, até mesmo graças à minha tardia entrada na competição, mas não é de todo impossível que um grande escritor português (e do meu mais profundo agrado), José Luís Peixoto, o venha a ler. Para tal peço-vos uma vez mais que votem nele.

Muito obrigado desde já,

José Trindade

O link é: http://www.conteconnosco.com/trabalho-detalhe.php?id=1147

8 comentários:

  1. Primeiro elogio a tua ortografia. Trato-te por "tu" porque sei quem és e é aqui que vemos as nossas diferenças. Gostava de dizer que lamentava o facto de não teres gostado do excerto, mas mentiria, e não sou a tua pessoa para mentir com tamanha facilidade. Por fim, peço-te que apagues o teu comentário, não sou adepto de censura por isso não o apagarei, mas há crianças que lêem este blog.

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  2. Quem és tu para me falares de mentiras?
    Eu tinha bebido anteontem, mas pelos vistos nem disso preciso para te manda para o car*alho.

    Tem uma vida muito "honesta".

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  3. O que tem a tua bebida a ver com o que quer que seja? Ah não, espera...
    Mas tens razão, quem sou eu para falar de mentiras quando fico calado à cerca da tua verdade e deixo que mentiras sobre mim vagueiem por aí?
    Espero ter, espero que também venhas a ter anónimo.

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  4. Diz uma mentira que eu tenha dito, e mereces um pedido de desculpa.

    E já agora, serás bondoso o suficiente para conceder a "minha verdade"?

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  5. Esta merda tem de acabar.
    Qualquer relação que tenhamos tido, podes esquecê-la, tenho coisas mais importantes a guardar.

    Nao interpretes isto mal, estou-me a foder para ti.

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  6. As mentiras não se dizem apenas, vivem-se. Um pedido de desculpas por causa do sitio para onde me mandaste, e que ainda há pouco reafirmaste?

    Conceder a "tua verdade"?

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  7. Muito bem, mas eu não a vou esquecer. Isto pode ter chegado a este ponto, mas ainda assim houve amizade verdadeira entre nós. Podes negá-la, tentar esquecê-la, mas houve, e será uma recordação que nunca que te deixará, nem a ti nem a mim.
    Para mim já acabou há uns meses, Tiago.

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