Ninguém sabe como mente a cor
Que arde no meu peito,
Esta escura dor
Que tão só aceito.
Ninguém sabe quem sou,
Que rosto se despede,
Onde eu estou...
Alguém me leve!
Ninguém vê o estranho
Que olha e se apresenta,
Apenas o rosto do seu espírito canho
Que a todos afugenta.
Ninguém este que todos são,
Fingem, mentem, escondem em vão
Porque o seu coração agreste
Na sua alma inexistente se despe.
Subscrever:
Enviar feedback (Atom)
Sem comentários:
Enviar um comentário